Explicação
O roque artificial reproduz parte do resultado do por meio de movimentos separados. O roque normal é uma jogada especial em que o rei se move duas casas em direção a uma torre e essa torre passa para o outro lado do rei. Na versão artificial, o rei caminha em direção a uma área mais segura e a torre é liberada ou centralizada ao longo de vários turnos.
Ele é usado quando o roque legal já não está disponível, por exemplo porque o rei se moveu, ou quando uma captura forçou o rei a uma casa incômoda. Não existe uma sequência universal. O rei pode caminhar em direção a um canto protegido por peões por rotas diferentes, desde que cada lance seja legal e não termine em uma casa atacada.
A manobra não restaura os direitos de roque: depois que o rei ou a torre correspondente se move, esses direitos são perdidos. Ela também consome vários tempos, isto é, vários lances que o adversário pode usar para abrir o centro ou criar ameaças. Por isso, exige um que compare a segurança obtida com o tempo investido.
Depois que o rei chega a uma posição segura, a costuma incluir conectar as torres, isto é, liberar a fileira horizontal entre elas para que possam se apoiar, ativar as peças restantes e fechar as linhas que ainda levam até o rei.
Confusões frequentes
Roque artificial e roque legal
O roque legal é uma única jogada especial e exige direitos de roque. O roque artificial usa vários lances comuns e não restaura nenhum direito perdido.
Fontes
- 1.FIDE Laws of Chess taking effect from 1 January 2023, FIDE
- 2.Ramirez: Artificial Castling in the Benko, ChessBase
- 3.Alejandro Ramirez teaches the Benkö Gambit, ChessBase
