Explicação
Ao calcular, o jogador imagina o que pode acontecer depois de cada lance possível. Quando uma posição oferece várias opções, a análise se divide. Cada opção, junto com as respostas e continuações que dependem dela, forma um ramo. A posição da qual partem as opções é o ponto de bifurcação.
Uma é um único percurso contínuo de lances. Um ramo pode conter várias linhas porque, mais adiante, o adversário ou o próprio jogador pode voltar a ter alternativas. O conjunto completo costuma ser representado como uma , um mapa mental em que os lances conectam posições sucessivas.
Uso prático
Para explorar ramos sem confundir posições, convém voltar mentalmente ao último ponto comum antes de analisar outra alternativa nascida da mesma posição. Ao terminar um ramo, resuma seu resultado com uma avaliação simples, por exemplo, perda de material, isto é, de peças ou peões, rei exposto, posição equilibrada ou vantagem duradoura. Depois, compare esse resultado com o das outras opções.
Um ramo não precisa começar no primeiro lance considerado. Ele também aparece dentro de uma continuação quando o adversário dispõe de duas respostas sérias. O , que cria uma lista breve de opções plausíveis, ajuda a decidir quais ramos merecem tempo, mas não exige calculá-los todos com a mesma profundidade.
Confusões frequentes
Ramo e linha
O ramo nasce de uma alternativa e pode se dividir novamente. A linha é um único caminho de lances dentro dessa estrutura.
Ver termoFontes
- 1.Search, Chess Programming Wiki
- 2.Candidate Moves: When You See a Good Move, Look for a Better One, GM Sipke Ernst
