Explicação
Uma diagonal é uma linha de casas da mesma cor. A pressão diagonal surge quando um bispo ou uma dama usa essa linha para atacar um alvo, restringir movimentos ou tornar perigosa uma futura abertura da diagonal.
A pressão pode ser direta, com o alvo já visível, ou latente. Na forma latente, um peão ou uma peça está entre o atacante e o alvo, mas um avanço, uma captura ou a entrega deliberada de um peão ou peça, chamada sacrifício, pode remover o bloqueador. Assim, uma peça de longo alcance pode influenciar a posição antes de ter uma ameaça imediata.
Bispos fianquetados, desenvolvidos perto de um canto atrás de um peão avançado, costumam atuar em grandes diagonais. Um bispo e uma dama na mesma diagonal podem formar uma bateria, isto é, duas peças alinhadas que concentram sua força. A pressão se torna especialmente séria quando aponta para o rei, um peão que sustenta a posição ou um difícil de defender.
O que aumenta ou reduz a pressão
- A abertura da diagonal por meio de trocas ou rupturas de peões, isto é, avanços ou capturas que mudam a estrutura de peões.
- A quantidade de atacantes e defensores no alvo final.
- A possibilidade de o bloqueador se mover enquanto cria uma ameaça que obriga o adversário a responder.
- A existência de uma casa segura a partir da qual o bispo ou a dama mantenha a linha.
Uma grande diagonal não é automaticamente poderosa. Se termina em uma peça bem defendida, permanece fechada sem uma maneira prática de ser aberta ou permite que o atacante seja expulso, a pressão pode não ter consequência útil.
Confusões frequentes
Pressão e ataque direto
Um ataque direto já exige resposta a uma captura ou ameaça concreta. A pressão pode ser uma restrição ou ameaça potencial que só se ativa quando a diagonal é aberta.
Fontes
- 1.Bishop, Chess.com
- 2.How To Use Dynamic Diagonals, Chess.com
- 3.Battery, Chess.com
