Explicação
O Jobava-London é reconhecido por três elementos: um peão das brancas em d4, o cavalo que começa ao lado da dama, deslocado de b1 para c3, e o bispo de c1, deslocado para f4. Coordenadas como c3 identificam uma casa por sua coluna e fileira. Um sistema é uma formação reconhecível que pode surgir por diferentes ordens de lances; aqui, a identidade vem da coordenação dessas peças, não de uma resposta fixa das pretas.
No Londres tradicional, as brancas costumam reservar c3 para um peão que sustenta d4. No Jobava, o cavalo ocupa essa casa. Isso proporciona atividade imediata, controla e4 e b5 e pode apoiar um avanço do peão e, mas também bloqueia o peão c. Portanto, as brancas não recebem gratuitamente a estrutura sólida do Londres tradicional e precisam se adaptar ao centro que realmente surgir.
Ameaças rápidas contra c7 ou o flanco do rei, o lado onde os reis começaram, só funcionam quando as peças das pretas estão mal colocadas. Contra uma defesa precisa, as brancas precisam desenvolver, proteger o rei e verificar se o avanço do peão e deixa d4 fraco. Contra uma , o cavalo em c3 e o bispo em f4 podem restringir algumas opções das pretas, mas também permitem respostas centrais imediatas.
Confusões frequentes
Jobava-London e Londres tradicional
No Jobava, o cavalo de b1 vai cedo para c3. No Londres tradicional, essa casa geralmente fica reservada para o peão c, e o cavalo pode se desenvolver por d2.
Fontes
- 1.Lichess chess-openings dataset, ECO volume D, Lichess
- 2.Introduction to the Jobava London System, Lichess
- 3.London System, Chess.com
