Peão passado

Também conhecido como: passado

Peão sem peões adversários à frente em sua própria coluna nem nas duas colunas contíguas.

Explicação

Um peão passado não tem peões adversários à frente em sua própria coluna nem em nenhuma das duas colunas vizinhas. Uma coluna é uma linha vertical do tabuleiro. Só conta a área que fica no sentido de avanço do peão; um peão adversário atrás dele não elimina sua condição de passado.

Ser passado não significa ser imparável. O rei ou uma peça adversária ainda pode bloqueá-lo ou capturá-lo. Sua força vem da ameaça de promoção: quando chega à última fileira, deve ser substituído imediatamente por dama, torre, bispo ou cavalo da mesma cor. O adversário costuma precisar dedicar tempo e peças para impedir esse avanço.

Fatores que determinam sua força

  • Avanço: quanto mais perto estiver da promoção, menos tempo o adversário terá para reagir.
  • Apoio: um é defendido por outro peão e costuma ser mais difícil de bloquear.
  • Conexão: dois passados em colunas vizinhas podem se apoiar e formar .
  • Atividade: o rei e as peças devem ajudá-lo a avançar ou usá-lo para desviar os defensores.
  • Bloqueio: uma peça colocada diretamente à frente pode detê-lo enquanto outras o atacam pelo lado ou por trás.

Uma , mais peões que o adversário em um setor, pode produzir um passado após várias trocas. Antes disso, o peão com melhores chances de ficar livre é chamado de . A diferença depende da posição atual dos peões adversários, não de uma intenção futura.

Confusões frequentes

Passado e candidato a passado

O passado já não tem peões adversários à frente em sua coluna nem nas vizinhas. O candidato ainda precisa de avanços ou trocas para obter essa condição.

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Passado e passado protegido

Todo passado cumpre a condição básica. O passado protegido acrescenta outra qualidade: um peão próprio o defende.

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